Esta semana recebi um e-mail a questionar-me se alimentar o Poder Pessoal não seria, de certa forma, inflamar o ego. Pensei sobre o assunto porque, assim de repente, até parece ser. Mas a forma como entendo o Poder Pessoal relaciona-se com promover a auto-estima, o valor próprio e o respeito pela nossa essência. E quem se respeita acima de tudo claro que também respeita o próximo.
Uma das participantes do workshop de Poder Pessoal contava-me que, ao confrontar-se com uma situação, utilizou algumas técnicas para fazer prevalecer esse poder e ficou espantada com o respeito que recebeu da outra parte e com a forma como se sentiu bem com isso.
Nem a propósito, também esta semana me vi “obrigada” a ter bem presente o meu Poder Pessoal e a manifestá-lo. E foi muito diferente de há uns anos, quando o cedia aos outros. Estar “centrado” é ter Poder Pessoal. Dizem os entendidos que o nosso “centro” fica três dedos acima do umbigo. O desafio é conseguir manter aí concentrada a energia, mesmo perante situações mais adversas. E verifica-se que uma reacção que saia a vibrar do nosso “centro” é diferente de outra que não tenha esse ponto de partida.
Experimentem, com um simples exercício de respiração, levar o ar até ao vosso “centro”, inspirando pelo nariz e expirando pela boca. Aos poucos vamo-nos libertando das tensões e pensamentos tóxicos, ficando mais próximos do Poder Pessoal.





