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Archive for Dezembro, 2010

“Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não me esqueço que a minha vida é a maior empresa do mundo e que posso evitar que vá à falência. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e tornar-se um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um “não”. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Pedras no caminho? Guardo todas. Um dia vou construir um castelo”

Fernando Pessoa

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BOAS FESTAS!!!

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Confesso que estou um bocado farta das notícias sobre a crise. Ver um telejornal ou ler os diários põe-nos deprimidos, assim como falar com algumas pessoas. Já repararam que anda quase tudo triste, preocupado e sem esperança?! Depois descarregamos uns nos outros e gastamos muita da nossa energia em preocupações que de nada valem.

Algumas vezes encontro-me no limbo entre as trágicas evidências de uma crise anunciada e a esperança inabalável de que há outro projecto para mim, mesmo com o mundo em crise. Se a vida é feita de ciclos e não andamos todos ao mesmo ritmo, por que razão teremos então todos de estar em crise? Pode ser que para alguns de nós – sobretudo os que têm andado em crise há muito tempo – esta seja a altura das vacas gordas e das grandes oportunidades.

Acho que vale a pena pensar nisso. Ir além das crenças exteriores do “já estás velho para trabalhar”, “já é tarde para ter filhos”, “o mercado está cheio”, “ninguém te vai pagar muito” e acreditar que, se a nossa vida tem um sentido espiritual, então não se rege apenas pelas leis materiais e palpáveis. Também me cabe a mim renunciar a esta crise –  eu sei que é difícil – e tentar pensar contra a corrente. Hoje, apesar da chuva e das notícias das agências de rating, apetece-me rir e apregoar aos quatro ventos que “EU NÃO ESTOU EM CRISE!”

O meu desafio para este Natal é que redefinamos as nossas prioridades e os gastos (e vamos ver que não precisamos assim de tanto) e ousemos dizer “não!” à crise. Podemos pagar mais impostos e não ter aumentos de ordenado, mas ninguém nos pode tirar o sorriso dos lábios e a vontade de acreditar que tudo está e vai ficar bem.

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“Plante uma semente e ela crescerá” é uma das mensagens que gostaria de partilhar convosco hoje. Fartamo-nos de ouvir falar na Lei da Atracção, na importância dos pensamentos e do optimismo para uma vida mais feliz. E até podemos saber que, se pensarmos o melhor, mais hipóteses teremos de nos sentir bem. Mas não é fácil acreditar que a vida pode ser diferente quando a nossa história nos traz o peso da dor e do infortúnio. E todos já tivemos desses momentos.

Numa das leituras que hoje fiz era defendida a tese de que vamos sempre a tempo de construir a nossa realidade. O que lá vai, lá vai. O facto de ter sido assim não significa que vá continuar a ser. E em muito depende de nós. Então e o que é preciso fazer para mudar o nosso “destino”?! Em primeiro lugar, talvez descontruir isso mesmo: o conceito de destino e a probabilidade de sermos nós que o fazemos. Depois, identificar as crenças que sempre nos incutiram e que acabaram por construir a nossa realidade. Se partirmos do pressuposto que somos um produto do nosso meio e de quem nos criou, significa então que temos o potencial de ser um produto diferente, que vai mudando e se vai adaptando às realidades impostas. Ora então e se construirmos a nossa realidade? Parece-me que – apesar de lento porque já criámos um hábito – é possível abanar estruturas e plantar a semente que queremos. É como a história dos dois lobos. Vai crescer a semente que eu alimentar…

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Se está farto do consumismo do Natal e este ano pretende olhar a outros valores, ofereça uma prenda original.

Está a ajudar alguém –  homem ou mulher – a tomar contacto com o seu Eu Interior, trabalhando as questões que ainda o impedem de viver a vida em toda a plenitude, com a entrega e a alegria necessárias.

Como os tempos são de crise – dizem os entendidos – aproveite a oferta que faz a outrém para receber também um presente.

Mais informações em caminhosalma@gmail.com ou sofia.frazoa@gmail.com

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Esta semana recebi um e-mail a questionar-me se alimentar o Poder Pessoal não seria, de certa forma, inflamar o ego. Pensei sobre o assunto porque, assim de repente, até parece ser. Mas a forma como entendo o Poder Pessoal relaciona-se com promover a auto-estima, o valor próprio e o respeito pela nossa essência. E quem se respeita acima de tudo claro que também respeita o próximo.

Uma das participantes do workshop de Poder Pessoal contava-me que, ao confrontar-se com uma situação, utilizou algumas técnicas para fazer prevalecer esse poder e ficou espantada com o respeito que recebeu da outra parte e com a forma como se sentiu bem com isso.

Nem a propósito, também esta semana me vi “obrigada” a ter bem presente o meu Poder Pessoal e a manifestá-lo. E foi muito diferente de há uns anos, quando o cedia aos outros.  Estar “centrado” é ter Poder Pessoal. Dizem os entendidos que o nosso “centro” fica três dedos acima do umbigo. O desafio é conseguir manter aí concentrada a energia, mesmo perante situações mais adversas. E verifica-se que uma reacção que saia a vibrar do nosso “centro” é diferente de outra que não tenha esse ponto de partida.

Experimentem, com um simples exercício de respiração, levar o ar até ao vosso “centro”, inspirando pelo nariz e expirando pela boca. Aos poucos vamo-nos libertando das tensões e pensamentos tóxicos, ficando mais próximos do Poder Pessoal.

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Agradeço às mulheres fantásticas que participaram no workshop Recuperar o Poder Pessoal toda a partilha e momentos proporcionados. Lidar com os nossos medos/ansiedades/pensamentos tóxicos não é fácil e querer mudar e assumir o poder pessoal muito menos. Parabéns a todas pela coragem e abertura de espírito.

Aqui ficam algumas imagens para mais tarde recordar: 

O grupo

As deusas

A partilha

A partilha

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Conto tradicional indígena:

Um avô estava a conversar com o seu neto sobre muitas coisas. Ele disse-lhe: “Eu sinto como se estivessem dois lobos a lutar no meu coração. Um lobo é vingativo, furioso e violento. E o outro é amoroso, compassivo e forte”.

O neto perguntou ao avô: “E que lobo vai ganhar essa luta no teu coração?”

O avô respondeu “Aquele que eu alimentar”.

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Ouvia hoje na televisão uma psicóloga apelar ao espírito positivo em tempos de crise e lembrei-me que, realmente, a nossa postura perante as dificuldades faz toda a diferença. É sempre um desafio conseguirmo-nos manter confiantes e cheios de esperança quando tudo à nossa volta parece estar a ruir.

Dou comigo a pensar algumas vezes (aquelas em que não penso o contrário) em como todas estas dificuldades que enfrentamos podem ser uma verdadeira oportunidade de mudança. Rever prioridades, valores, empregos, relações, etc, etc, etc. A mesma psicóloga que vi na televisão dizia que as pessoas se concentram muito naquilo que ainda lhes falta para serem felizes. E vai sempre faltar alguma coisa, o que mantém os níveis de insatisfação sempre activos. Uma das propostas era precisamente pensarmos o contrário: o que já tenho na minha vida que me tem feito (faz) feliz?! Eu já experimentei este exercício e as respostas revelam-se surpreendentes.

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“Forget Injuries, never forget kindness.”

Chinese Proverb

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